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Dragão-barbudo: quanto vive, tamanho, alimentação e cuidados

Vive10–15 anos
Vive melhorcom calor: um ponto de aquecimento a 38–42 °C
Espaçoum terrário grande, com um tubo UVB de cerca de metade do comprimento do terrário
Comidainsetos que não sejam maiores que a boca dele, mais verduras; os adultos, cerca de 60% de verduras. De manhã
Peso adultoUm adulto costuma pesar entre 283 g e 510 g
O que poucos sabem

Sem UVB, ele adoece: o tubo fica dentro do terrário, porque o vidro bloqueia os raios UVB.

O que diz a lei no Brasil

O dragão-barbudo (Pogona vitticeps) é um réptil exótico no Brasil. Desde 1998 é proibido importar répteis para vender como animais de estimação, e desde 2002 o Ibama não autoriza novos criadouros comerciais de répteis para esse mercado.

Só é legal ter um com a nota fiscal de um criadouro ou loja autorizados, que traz a espécie e a marcação do animal (o microchip). Sem documentos, a multa começa em R$ 2.000.

No Distrito Federal: a lei proíbe criar e manter animais selvagens exóticos, salvo exceções.

Conferido nas fontes oficiais em 14 de outubro de 2026.

Faça o quiz: ele combina com você?

Qual é o tamanho

Um adulto mede até 61 cm de comprimento.

Todos os animais ao lado de uma pessoa

Antes da chegada

  • Um terrário de pelo menos 120 × 60 × 60 cm (comprimento, altura, largura) para um adulto, ventilado e seguro
  • Uma lâmpada de aquecimento com proteção e termostato: ponto de aquecimento a 38–42 °C, lado fresco a 22–26 °C, e dois termômetros
  • Um tubo UVB de alta potência (10–12%) com até metade do comprimento do terrário, instalado dentro (o vidro bloqueia os raios UVB), e um timer de 12 horas
  • Um aquecedor que não emita luz para a noite, se o cômodo ficar abaixo de 20–22 °C
  • Um esconderijo em cada lado, mais pedras e galhos firmes para escalar
  • Um piso seguro: cerâmica áspera ou ardósia, ou tapete para répteis (papel-toalha para os filhotes); nada de cascalho, sabugo de milho ou areia de gato
  • Um recipiente largo e raso com água, insetos vivos, folhas verdes e cálcio em pó
  • Monte e ligue o terrário pelo menos uma semana antes da chegada

A casa ideal: temperatura e luz

Ponto de aquecimento
38-42 °C
Lado fresco
22-26 °C
À noite
20-22 °C
Umidade
30-40%
Luz
12 horas por dia
Lâmpada UVB
necessária

O que come e com que frequência

insetos que não sejam maiores que a boca dele, mais verduras; os adultos, cerca de 60% de verduras. De manhã

  • Filhotes: todos os dias, 2–3 refeições por dia
  • Jovens: todos os dias, 1 refeição por dia
  • Adultos: todos os dias, 1 refeição por dia

De manhã. Quando jovem, cerca de 65% de insetos e 35% de verduras; quando adulto (mais de 30 cm), cerca de 40% de insetos e 60% de verduras. Insetos que não sejam maiores que a boca dele, ou seja, não mais compridos que o espaço entre os olhos; para os adultos, 3–4 vezes por semana. Folhas verdes variadas (dente-de-leão, rúcula, agrião), pouquíssima fruta, nada de espinafre. Retire as sobras todos os dias.

Vacinas e consultas

Nenhuma: répteis não precisam de vacinas.

Uma consulta de rotina no veterinário todo ano. Com um veterinário de répteis.

O calendário de cuidados

O que fazer, do mais frequente ao menos frequente.

  • todos os diasVerduras e insetosVerduras frescas todos os dias, de manhã; insetos polvilhados: duas vezes por dia para os filhotes, 3–4 vezes por semana para os adultos.
  • todos os diasÁgua frescaUm recipiente largo e raso com água limpa, trocada todos os dias: bebe pouco, mas precisa ter água à disposição.
  • toda semanaMultivitamínico na comidaCálcio nos insetos todos os dias; o multivitamínico, uma vez por semana.
  • todo mêsLimpeza completa do terrárioRetire as fezes assim que aparecerem.
  • a cada 6 mesesLâmpada UVBContinua acendendo mesmo depois que o UVB acaba: troque quando o fabricante indicar (as lâmpadas tubulares fluorescentes, normalmente a cada 6 meses).
  • todo anoConsulta anualCom um veterinário de répteis.

Ligue para o veterinário imediatamente se…

Se você notar um destes sinais, ligue agora para o seu veterinário: não espere passar.

  • Tremores, patas ou rosto inchados, ou dificuldade para andar ou escalar
  • Perde peso, mesmo durante a brumação
  • Pouco apetite fora da brumação
  • Regurgita a comida depois de comer
  • Diarreia ou ausência de fezes, junto com perda de peso

Comeu algo perigoso? O que fazer agora

Perguntas frequentes

Quanto tempo vive um dragão-barbudo?

Normalmente, 10–15 anos.

Qual é o tamanho de um dragão-barbudo?

Um adulto mede até 61 cm de comprimento.

Quanto pesa um dragão-barbudo?

Um adulto costuma pesar entre 283 g e 510 g.

O que um dragão-barbudo come, e com que frequência?

Insetos que não sejam maiores que a boca dele, mais verduras; os adultos, cerca de 60% de verduras. De manhã. De manhã. Quando jovem, cerca de 65% de insetos e 35% de verduras; quando adulto (mais de 30 cm), cerca de 40% de insetos e 60% de verduras. Insetos que não sejam maiores que a boca dele, ou seja, não mais compridos que o espaço entre os olhos; para os adultos, 3–4 vezes por semana. Folhas verdes variadas (dente-de-leão, rúcula, agrião), pouquíssima fruta, nada de espinafre. Retire as sobras todos os dias. Filhotes: todos os dias, 2–3 refeições por dia; jovens: todos os dias, 1 refeição por dia; adultos: todos os dias, 1 refeição por dia.

É preciso vacinar um dragão-barbudo?

Nenhuma: répteis não precisam de vacinas.

Quando levar um dragão-barbudo ao veterinário com urgência?

Imediatamente, se você notar um destes sinais: tremores, patas ou rosto inchados, ou dificuldade para andar ou escalar; perde peso, mesmo durante a brumação; pouco apetite fora da brumação. Os outros estão mais acima, em “Ligue para o veterinário imediatamente se…”.

Qual é a idade de um dragão-barbudo em anos humanos?

Não existe uma tabela séria de anos humanos para um dragão-barbudo: as que circulam na internet não citam fontes. O que conta é a fase da vida em que ele está: a fase sênior começa mais ou menos entre 7,5 e 11,3 anos.

Ferramentas para seu dragão-barbudo

Pergunte sempre ao seu veterinário: este site ajuda você a entender, mas não substitui uma consulta.

Fontes